Monthly Archives: July 2011

Briefing

Em uma lista de e-mails
A: – Acabei de ouvir um “mas aí se você já puder ir adiantando pra eles qual é o JOB”. Isso dói gente. Dói! (sent 14:25)
B: – JOB, odeio essa palavra. (sent 14:26)
C: – Hahahahahaha… Job, atachar e tirar um print pra mim é o fim da picada… (sent 14:28)
B: – E briefing? Qual é o português de briefing? (sent 14:35)
C: – Essa não existe mesmo… fuen… 😦 (sent 14:36)
B: – Quero parar de falar briefing, é um saco! (sent 14:37)
D: – Não vejo problema em briefing, mas penso em eutanásia quando falam em briefar alguém… (sent 14:46)
B: – Sério?! Pq? (sent 14:47)
D: – Pq não vejo problema ou pq eutanásia? (sent 14:52)
B: – Pq eutanásia, rs. (sent 14:56)
D: – Pq eu acho o verbo inventado horroroso… (sent 15:05)
B: – Mas pq eles usam brifar pra dizer que vão matar uma pessoa, gente?! (sent 15:07)
C: – Gente, que conversa de doido é essa? Cês tão cheirando pincel atômico? (sent 15:08)
B: – Não ia dizer nada, mas agora que vc mencionou.. hahaha. (sent 15:14)
E: – A curva que a conversa fez em direção ao surrealismo uns 7 emails atrás tá óoooootima, na minha opinião… continuem, por favor. (sent 15:16)

Melhores Momentos 2

“Era muito mais que um jogo de futebol”, disse Mohamad Eshti, vendedor de sapatos de Ramallah, na saída do estádio. “Era nossa chance de mostrar ao mundo que podemos ter um país normal e até bom futebol.”
Folha

“Se o pênalti foi criado há 120 anos por um irlandês, o jeito mais ousado e abusado de cobrá-lo surgiu há 35 anos graças a um tcheco cansado de perder cervejas e chocolates em apostas com um goleiro de sua equipe após os treinamentos”.
Rafael Maranhão

Idéias Aleatórias 3

@malvados: Uma banda chamada “português para concursos”.

Adendo – @malvados: A banda “Português para concurso” lançará o disco “A opinião dos internautas”.

Solidão

Cem Anos de Solidão

“R.I.P” and Roll

“Fizemos um teste interessante no Dia Mundial do Rock. Pegamos a programação de uma das rádios que produzimos na Aorta e a enchemos de clássicos do rock.
(…)
E qual foi o resultado? Todas as vezes em que um dos clássicos (a saber: AC/DC, Led Zeppelin, Stones, Creedence….nada fora da casinha) entrou no ar, a audiência da rádio caiu vertiginosamente e chegamos ao cúmulo de pensar em interromper uma delas na metade”.

Rodrigo James

Tarsila

Aniversário, bar, sexta-feira
– Blá, blá, blá… e quem é Tarsila do Amaral?
– Como assim?! Peraí, velho, você deveria saber!
– Ué… Bem… Mas não sei. Quem é essa?
– Não, faz o seguinte. Liga aí para algum xepa seu e pergunta, pede ajuda, vai lá…

Primeira tentativa
– Alô?
– Bróder, aqui é o Fulano, beleza? Te perguntar, você sabe quem é Tarsila do Amaral?
– Hum… ela estudou com a gente no Loyola?

Segunda tentativa
– Alô?
– Velho, aqui é o fulano. Rapidinho, você sabe quem é Tarsila do Amaral?
– Depende. Se ela disser que tá grávida de mim pode falar que não, que nunca ouvi falar! Deve ser outro cara.

Fontenelle

Um escritório, terça à tarde
– Fulana, olha essa notícia.
– Qual?
– “Mulher de Marcos Paulo diz que jornalista que criticou longa do marido ‘tem cara de cearense'”.
– Gente, quem é essa mulher?
– Deixa eu ver o nome. Antonia Fontenelle. Conhece?
– Não, mas deve ser paulista… Sem preconceitos…