Melhores Momentos

O divertido exercício de observar a imprensa esportiva após jogos como Brasil x Paraguai traz, às vezes, boas pérolas:

“O Brasil paga por sua “geração perdida”: Adriano e seus conflitos, Kaká e os problemas físicos, Ronaldinho e a queda pós-2006, Diego e as oscilações na carreira, Robinho e o sonho frustrado de ser melhor do mundo. Eles é que deveriam ter sido a referência técnica do time de Dunga no ano passado e dar agora o suporte à nova safra. O ocaso veio cedo demais e jogou responsabilidade absurda nos ombros de jovens com pouca rodagem. E o apelo midiático prestou o desserviço de transformá-los em estrelas precoces”. André Rocha

“O futebol está dando sinais, todos os dias, de que precisa ter alguma mudança. Talvez nas regras, talvez na forma, não me pergunte, eu não sei a resposta pro problema. Só sei que ele existe, e neste final de semana ficou, de novo, muito claro.
Já são diversos os resultados, que começam com um ou outro acaso e hoje dá pra dizer que virou regra. O time que menos joga, que menos busca e que melhor se defende, tende a ganhar o jogo.
Você não pode, e nem eu estou sugerindo, que isso seja tirado do futebol. Ao contrário, a graça é essa. Mas há uma ordem. Normalmente vence o melhor, as vezes vence o pior. Ela não pode ser invertida, pois quando for, o objetivo do jogo perdeu sua razão. Rica Perrone

“Após o jogo, ouvi uma dezena de soluções diferentes para a Seleção. A primeira, mais óbvia: tirar o Mano e botar o Muricy. As outras valem a lista:
(…) Se você juntasse todas… teríamos umas cinco seleções – e numa delas, garanto, o Hulk seria titular. Em outra seria o Afonso Alves (lembram dele?).  Todas teriam capacidade de chutar penaltis dentro do gol (ou, pelo menos, dentro da atmosfera). E todas seriam diferentes entre si.
(…)
Em 2014, Ganso terá 24 anos e Neymar terá 22. Mano terá cinco anos como técnico da seleção (o que vale por uns 50). É provável que as mil bigornas estejam nas costas dos três – e dos outros nove (e ainda assim pesem menos que Larrissa Riquelme, a julgar pelo ritmo de engorda)”. Gustavo Poli

“Os dois repartem o apelido de Professor Pardal. Treinam um time e colocam outro para jogar. Deixam o elenco inseguro. Adilson também detesta jogadores veteranos como Rivaldo. Ou seja: o São Paulo não trocou de treinador. É como tivesse contratado de novo Carpegiani – Mas um Carpegiani desmoralizado: Demitido quatro vezes em um ano”. Cosme Rímoli

Essa última não tem relação com o jogo da seleção, mas cada vez que é anunciado em algum clube grande, penso num conto cujo título seria “O Curioso Caso de Adílson Batista”…

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